Os modelos de 2021 do MacBook Pro foram relevados pela Apple na segunda-feira (18/10). Os laptops têm design que promove o retorno de interfaces HDMI e leitor de cartões de memória.

Com preços entre R$ 32.499 e R$ 77.999, a nova linha de produtos da Apple já está disponível para encomendas no Brasil. A seguir, veja as mudanças em relação à variante com M1, lançada no final de 2020.

Os novos MacBooks trazem algumas mudanças importantes no design do produto. A tela aposta na presença do mesmo recorte superior encontrado no display dos iPhones, que serve para abrigar a câmera frontal do computador. De resto, o desenho e o acabamento têm o mesmo aspecto das edições antigas.

Diferente dos modelos do ano passado, os novos MacBooks trazem porta HDMI, leitor de cartões de memória e até mesmo conector MagSafe para carregador. O modelo 2020, por outro lado, tem apenas portas USB-C com Thunderbolt 4 — também disponíveis nas opções 2021 — além de saída para fones de ouvido.

Outra diferença é referente ao teclado. A Touch Bar foi descontinuada pela Apple e os novos MacBooks trazem a tradicional linha de teclas de funções no topo do teclado. 

A primeira novidade é que o menor modelo de MacBook Pro é o de 14 polegadas. Há também alterações significativas em tecnologia de display, como o uso da tecnologia de mini LED. A solução aproxima o LCD dos níveis de contraste mais profundos das telas OLED, mas sem nenhum dos pontos negativos da tecnologia quando aplicada a notebooks: o risco de burn-in e o aspecto granulado em alguns laptops que usam esse tipo de tela.

Os novos MacBooks também ganharam mais resolução, com 3024 x 1964 na opção menor e 3456 x 2234 na opção com tela maior. 

A nova linha de MacBooks profissionais tem promessas de performance elevada pelos novos processadores M1 Pro e M1 Max: comparando o Pro com a CPU de 2020, o desempenho pode ser até 70% maior — levando em conta que o M1 do ano passado já era muito mais rápido que os Core i7 e i9 encontrados na geração anterior.

Do ponto de vista técnico, os novos M1 Pro e Max são formados por dez núcleos de processamento e podem variar bastante na quantidade de núcleos de processamento gráfico: os chips podem ser configurados com GPUs de 16 ou 32 núcleos.

Segundo a fabricante, enquanto a GPU de 16 cores rende o dobro da performance gráfica do M1 2020, a unidade configurada com a opção top de linha tem quatro vezes o desempenho do MacBook Pro 2020 — em tese, superior ao que um PlayStation 5 (PS5) entrega em capacidade computacional bruta no processamento gráfico.

Na memória RAM, os novos modelos partem de 16 GB, enquanto que o piso da geração anterior era de 8 GB, e podem chegar até 64 GB.

Em relação ao armazenamento, as novas opções da Apple começam com 512 GB de SSD e podem ser encomendadas com até 8 TB. A geração anterior começava em 256 GB e chegava até 2 TB. Assim como nos últimos modelos de MacBooks, os novos Pro trazem memória RAM e SSDs soldados na placa-mãe, inviabilizando qualquer tipo de upgrade por parte do usuário.

No que diz respeito à bateria, os novos portáteis da Apple continuam em vantagem perante muitas opções com Windows, mas houve alguma perda de autonomia entre 2020 e 2021: enquanto o MacBook Pro 13 do ano passado podia trabalhar por até 17 horas com Wi-Fi ligado, os modelos de 2021 chegam a 11 horas (14 polegadas) e 14 horas (16 polegadas) nas mesmas condições.

Os preços dos novos MacBooks no mercado brasileiro, no entanto, são bem mais salgados do que os modelos anteriores. O menor valor disponível no modelo de 14 polegadas é de R$ 26.999, mas o preço pode chegar a R$ 77.999 no pacote com M1 Max e GPU de 32 núcleos, 64 GB de memória RAM e SSD de 8 TB e tela de 16 polegadas. A especificação com M1 Pro, 16 GB de memória e 512 GB de espaço para dados coloca o preço inicial do modelo com tela maior em R$ 32.999

AirPods 3

O AirPods 3 ganhou um novo design e passou a oferecer suporte para áudio espacial. A Apple afirma que o acessório oferece mais qualidade de áudio em chamadas do FaceTime.

Os novos fones de ouvido também contam com um recurso de equalização de som automática. Ele promete manter o áudio com boa qualidade mesmo que o dispositivo não esteja bem encaixado na orelha.

A caixa usada para carregar os AirPods 3 foi repaginada para oferecer mais energia. Segundo a Apple, o AirPods 3 oferece até seis horas de bateria para uso contínuo, mas pode permanecer com carga por até 30 horas se for mantido no case.

A Apple também anunciou que o alto-falante HomePod mini ganhou versões em três novas cores: amarelo, laranja e azul. As opções se juntam aos modelos nas cores preto e branco.

Nos Estados Unidos, eles serão vendidos a partir de novembro por US$ 99 (cerca de R$ 545). A empresa não informou se eles serão disponibilizados no Brasil.

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